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Higienização de caixa d’água: como é feita e por que é obrigatória
A higienização de caixa d’água é o processo de limpeza e desinfecção do reservatório que armazena água para consumo humano. Esse serviço é exigido pela legislação brasileira — a Portaria GM/MS nº 888/2021, do Ministério da Saúde, e a ABNT NBR 5626 determinam que reservatórios de água potável devem ser higienizados a cada seis meses para garantir que a água armazenada permaneça dentro dos padrões de potabilidade estabelecidos. A obrigatoriedade existe porque, mesmo que a água que entra no reservatório seja tratada, a ausência de higienização periódica cria condições para o crescimento de microrganismos que comprometem a qualidade da água e representam risco à saúde dos usuários.
A 2EMS Serviços realiza higienização de caixa d’água na Bahia há 9 anos, com emissão de laudo técnico após cada intervenção, atendendo residências, condomínios e empresas em Salvador, Feira de Santana e região.
O que acontece no interior de uma caixa d’água sem higienização
Com o tempo, sedimentos provenientes da água de abastecimento se depositam no fundo do reservatório. O cloro residual da rede pública — que tem papel importante na proteção da água contra contaminação — se dissipa em horas ou dias após o abastecimento, especialmente quando a temperatura da água no reservatório é elevada, como acontece em caixas d’água instaladas em telhados expostos ao sol no clima baiano. Sem cloro ativo e com sedimentos disponíveis como substrato, bactérias aeróbias e anaeróbias começam a se multiplicar, formando biofilme nas paredes internas.
As bactérias mais preocupantes encontradas em reservatórios sem higienização adequada incluem coliformes termotolerantes — indicadores de contaminação fecal —, Pseudomonas aeruginosa e, em casos mais graves, Legionella pneumophila, que causa a doença dos legionários, infecção respiratória grave transmitida por aerossóis de água contaminada em chuveiros e torneiras.
Etapas da higienização de caixa d’água
O processo de higienização segue protocolo definido. O primeiro passo é fechar o registro de entrada de água e esvaziar o reservatório até o nível mínimo — geralmente cerca de 20% do volume total — que permita a execução do serviço sem desperdício excessivo. Com o nível reduzido, o técnico remove os sedimentos e o lodo acumulado no fundo com equipamentos de raspagem e sucção. Em seguida, as paredes, o fundo e a tampa são lavados com produto de limpeza compatível com reservatórios de água potável.
Após o enxágue completo da solução de limpeza, é aplicada solução de hipoclorito de sódio nas concentrações recomendadas pela legislação sanitária — entre 25 e 50 mg/L de cloro residual livre — em todas as superfícies internas. A solução permanece em contato com as superfícies por no mínimo 30 minutos para garantir a inativação dos microrganismos. O reservatório é então enxaguado até que a concentração de cloro volte aos parâmetros adequados ao consumo, e o abastecimento é retomado. Ao final, é emitido o laudo de higienização com data, produtos, concentrações e identificação do técnico responsável.
Sinais de que a caixa d’água precisa de higienização imediata
Além da periodicidade semestral regular, alguns sinais indicam necessidade de higienização imediata: água com gosto ou odor diferente do habitual, coloração turva ou amarelada, e presença de partículas visíveis em suspensão. Esses sintomas indicam que o reservatório já está comprometido e que a qualidade da água para consumo está abaixo dos padrões aceitáveis. Nesses casos, a higienização deve ser realizada sem esperar o próximo ciclo semestral.
Para agendar a higienização da caixa d’água da sua residência, condomínio ou empresa em Salvador, Feira de Santana ou nas demais cidades atendidas pela 2EMS na Bahia, entre em contato e solicite o serviço com emissão de laudo técnico.
