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Higienização de reservatórios de água potável: padrões técnicos e segurança hídrica
A higienização de reservatórios de água potável é um serviço técnico que precisa seguir os padrões estabelecidos pela legislação sanitária brasileira para que a água armazenada permaneça dentro dos critérios de potabilidade após a intervenção. Não basta “lavar” o reservatório — o processo precisa incluir a desinfecção com produtos adequados, nas concentrações corretas, com tempo de contato suficiente para garantir a inativação dos microrganismos que possam estar presentes nas superfícies internas. A Portaria GM/MS nº 888/2021, que atualiza os padrões de potabilidade da água para consumo humano no Brasil, estabelece esse nível de rigor e define o intervalo máximo de seis meses entre higienizações.
A 2EMS Serviços realiza higienização de reservatórios de água potável na Bahia há 9 anos, seguindo o protocolo definido pela legislação sanitária vigente, com emissão de laudo técnico e atendimento a residências, condomínios e empresas em Salvador, Feira de Santana e região.
O que define a potabilidade da água armazenada
Água potável é aquela que atende aos padrões físicos, químicos, microbiológicos e radioativos estabelecidos pela Portaria GM/MS nº 888/2021. Do ponto de vista microbiológico — o que mais interessa no contexto dos reservatórios domésticos e prediais —, a água potável não pode conter Escherichia coli ou coliformes termotolerantes, e os coliformes totais devem estar ausentes na maioria das amostras testadas. Esses parâmetros são os indicadores de contaminação fecal mais utilizados em análises de qualidade de água para consumo humano.
A água que sai da rede pública geralmente atende esses padrões no ponto de entrega. O problema ocorre no armazenamento: o cloro residual que protege a água na rede se dissipa progressivamente no reservatório, deixando a água desprotegida contra recontaminação por microrganismos que já estavam presentes no reservatório ou que entram por tampas inadequadas. A higienização semestral é o que mantém o reservatório limpo e reduz a carga microbiana a um nível que o cloro residual residual consegue controlar no período entre higienizações.
Produto utilizado e concentrações recomendadas
O produto mais utilizado para desinfecção de reservatórios de água potável é o hipoclorito de sódio diluído — o mesmo princípio ativo da água sanitária comercial, porém utilizado em concentrações específicas para esse fim. A Portaria GM/MS nº 888/2021 recomenda concentração de cloro residual livre entre 25 e 50 mg/L nas superfícies internas durante o processo de desinfecção. Essa concentração é mais alta do que o cloro presente na água de consumo (mínimo de 0,2 mg/L), pois nessa etapa o objetivo é a esterilização das superfícies, não o consumo direto. Após a desinfecção e o enxágue, o cloro residual na água liberada para consumo deve estar dentro dos limites de potabilidade.
A 2EMS utiliza produtos registrados na Anvisa para desinfecção de reservatórios de água potável, garantindo que a intervenção seja legalmente válida e tecnicamente correta.
Laudo de higienização como garantia de conformidade
O laudo de higienização de reservatório de água potável emitido pela 2EMS documenta todos os aspectos da intervenção: data, identificação do reservatório, produto utilizado e sua concentração, tempo de contato, e identificação do responsável técnico. Esse documento é a evidência de que a higienização foi realizada dentro dos padrões técnicos e legais aplicáveis, e é exigido em fiscalizações da Vigilância Sanitária e em auditorias de conformidade. Entre em contato com a 2EMS para agendar a higienização do seu reservatório de água potável em Salvador, Feira de Santana ou nas demais cidades atendidas na Bahia.
